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11/01/2019 21:00

Deputada vê perseguição do MP por sobrenome e ser mais votada em MT

 

RODIVALDO RIBEIRO 
Folhamax

 

 

O pedido de cassação formulado pelo procurador Pedro Melo Pouchain Ribeiro é fruto de perseguição ao seu sobrenome e porque ela foi a deputada mais votada em Mato Grosso. A avaliação é de Janaina Riva, cujo mandato é alvo de investigação da Procuradoria Regional Eleitoral de Mato Grosso.

Ela se manifestou sobre o assunto ontem. No entendimento dela, vários entre os eleitos tiveram ajuda de seus familiares na realização de suas campanhas, mas só no caso dela houve provocação do Ministério Público no sentido de barrar mandato.

O MP apontou a presença do ex-presidente do Legislativo, José Riva, na campanha da filha; “Como se fosse uma coisa absurda, por exemplo, o meu pai ter trabalhado e me ajudado na campanha e não ter constado como prestação de serviços. Quantos aqui não trabalharam com irmãos, pais e etc e que viajaram junto com os deputados e distribuíram material?”, lembrou.

Janaina também contra argumentou as alegações de Pouchain Ribeiro lembrando que o julgamento das irregularidades apontadas por uma comissão técnica do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) em sua prestação de contas na campanha de 2018 sequer foi julgada procedente. “Chateia ver um pedido de cassação de uma conta que sequer foi reprovada e ainda existe lá no tribunal uma decisão por vir, está três a três o placar, e você vê um pedido de cassação em cima disso. Então acho sinceramente que é um pouquinho também pelo sobrenome, por ser eu a mais votada. E isso é uma coisa compreensível, imagine, meu pai, o ex-deputado José Riva, ter me ajudado na campanha e eu ter que prestar conta que ele ajudou na minha campanha?”, ironizou.

Para ela, foi uma decisão precipitada do procurador de pedir julgamento por supostas irregularidades nas contas e pela utilização das assessoras na campanha. Sobre as três servidoras, ela foi enfática: estavam todas de férias e portanto não houve irregularidade. “Elas participaram realmente, mas participaram em período de férias. Isso com certeza será constatado, como já foi para o Tribunal de Contas e para o MP. Quem hoje em dia colocaria qualquer servidor para prestar serviços na campanha eleitoral sem ter a garantia de que este servidor está de férias? Seria muito amador da minha parte ou de qualquer outro aqui”, defendeu.

Para o procurador tanto a presença inicialmente não contabilizada de José Riva quanto das três servidoras comissionadas (em períodos em que ele diz que elas deveriam estar trabalhando na Assembleia), quanto a utilização de mais trabalhadores do que declarou seriam indícios claros de caixa dois e abuso de poder econômico e político. O caso está em apreciação da Justiça Eleitoral.


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